A reunião não fecha
Ninguém contesta a proposta na sala. A objeção aparece depois, no corredor ou na execução, de modo que o assunto volta na semana seguinte.
Um modelo de gestão que melhora as análises, os planos e as decisões que chegam até você, a partir de como você pede, avalia e discute o trabalho da sua equipe.
Os painéis estão prontos, os relatórios chegam no prazo, o time é competente. E ainda assim:
Ninguém contesta a proposta na sala. A objeção aparece depois, no corredor ou na execução, de modo que o assunto volta na semana seguinte.
Mostra com precisão o que aconteceu, mas ninguém sabe por quê.
Bem redigida, muitas vezes com IA, traz uma recomendação única, sem alternativas comparadas e sem o critério que levou àquela escolha.
Corrige o sintoma, mas o problema reaparece em outro lugar meses depois.
61%
dos gestores dizem perder ao menos metade do tempo em decisões que não avançam. Esse tempo se perde no raciocínio que transforma a informação disponível em decisão, uma competência que quase nenhuma empresa treina.
McKinsey Global Survey
O workshop treina as quatro competências do Raciocínio Executivo, começando pela decisão que trava e descendo ao problema e à análise que a sustentam, até o argumento que a defende. Depois, elas entram na rotina da equipe pelo que você pede, avalia e discute, num ambiente em que a equipe pode errar, perguntar e discordar de você.
Escolher com critério explícito, sob incerteza e com trade-offs reais.
Encontrar o problema certo e a causa real por trás do sintoma mais visível.
Ler dados e evidências separando o que aconteceu do porquê, e coincidência de causa.
Sustentar uma posição, examinar a dos outros e transformar divergência em conversa produtiva.
Os vieses cognitivos, as falácias e os riscos do uso de IA são trabalhados dentro de cada competência, no ponto exato em que fazem a equipe pular uma etapa do raciocínio.
Cada bloco tem exposição curta e trabalho sobre casos reais dos participantes. Uma decisão travada da sua área, escolhida logo na abertura, atravessa a manhã inteira e serve de fio condutor para as quatro competências.
Quanto custa hoje a rotina de decisão da sua equipe, medido com os seus números, e a escolha da decisão travada que será trabalhada até o almoço. Essa medida volta no fechamento como indicador a acompanhar.
O que torna uma decisão genuinamente difícil; comparar alternativas com critério declarado antes da escolha; do que se está abrindo mão; e onde mora a divergência real. Por que a mente pula etapas, segundo os dois sistemas de pensamento, e os vieses que mais custam caro nesse ponto, como a ancoragem na primeira proposta e a confiança excessiva na própria escolha.
Problema como distância entre a situação atual e a desejada; sintoma e causa; por que a primeira causa encontrada quase nunca é a causa; e por que um bom plano erra o alvo. Os vieses que levam a equipe a parar na explicação mais visível ou mais recente.
Os quatro graus de análise; por que número sozinho não informa; como distinguir coincidência de causa; que nível de confiança autoriza que tipo de ação. Os vieses que fazem a equipe enxergar nos dados a história que já esperava.
Opinião, explicação e argumento; a premissa que ninguém disse; os tipos de salto lógico e o peso que cada um sustenta; por que palavra vaga fragmenta a execução. As falácias que passam por argumento numa reunião.
A tarde leva os conceitos da manhã para as três interações do seu dia com a equipe: como você pede, como você avalia o que chega e como vocês discutem. Ela começa pelo papel do líder e pela condição que sustenta as três interações, a segurança psicológica da equipe para errar e discordar de você.
A responsabilidade de quem lidera pela qualidade das decisões da equipe, e a diferença entre resolver o problema por ela e orientá-la a resolver. A segurança psicológica é a confiança da equipe de que pode errar, perguntar e discordar de você sem punição. Exigência alta com segurança baixa produz silêncio, ao passo que segurança alta sem exigência produz conforto. A tarde trabalha as duas juntas, a partir de um pacto simples entre você e a equipe.
A encomenda de um relatório, de uma análise, de um plano ou de uma proposta: qual pergunta o trabalho precisa responder, quantas alternativas trazer, que critério vai pesar na escolha e que nível de profundidade a decisão justifica. A qualidade do que chega à sua mesa começa a ser definida no pedido. Inclui como ser explícito com uma equipe que vai usar IA para responder.
O relatório, a análise, o plano e a proposta que chegam à sua mesa. Com IA, eles chegam mais fluentes, sem que a fluência garanta a qualidade do raciocínio. O padrão que você aceita define o padrão que a equipe entrega. Como devolver o trabalho com uma pergunta, para que ele volte melhor e a pessoa continue trazendo o próximo.
A reunião, o argumento e a divergência, com o objetivo de terminar a reunião com uma decisão tomada. Nesse momento o líder consolida os conceitos de raciocínio com a equipe, sem precisar explicá-los. Por que o líder fala por último, e como construir o ambiente em que contestar o chefe tem custo baixo.
Os princípios centrais do dia e os desdobramentos de cada um; a triagem que separa as decisões que merecem método das que se resolvem em dez minutos; uma regra de uso de IA para a sua equipe; o pacto com a sua equipe, em três compromissos; e o indicador do custo invisível, medido na abertura do dia, para acompanhar a evolução da equipe nas semanas seguintes.
Poucos princípios centrais e seus desdobramentos, que mudam como você pede, como avalia e como discute o trabalho da sua equipe.
Como pedir para que o trabalho chegue certo, como avaliar o que chega e como discutir para a reunião terminar com decisão.
A medida do custo invisível feita na abertura do dia, pronta para acompanhar a evolução da rotina de decisão da equipe nas semanas seguintes.
Três compromissos escritos sobre como você vai pedir, devolver e ouvir, para apresentar à equipe na semana seguinte.
Fundador da ReasonHub e professor de tomada de decisão na FGV e na USP, foi trinta anos executivo, COO no Itaú, Cielo, Aon e Banco Fibra. O conteúdo tem base acadêmica, enquanto os casos vêm de quem já sentou na cadeira de decidir com a informação incompleta que havia.
Engenheiro pela Poli-USP · MBA na Carnegie Mellon · Doutorando na FGV em Tomadas de Decisão · Autor de Reasoning Skills e Estratégias de Decisão
Empresas e executivos, da alta e média liderança, que raciocinaram com a ReasonHub.
Um dia com o seu time de liderança, trabalhado sobre decisões e relatórios reais da sua operação. Turmas de até 25 participantes, com contexto e casos adaptados ao setor antes do encontro.
Mesmo conteúdo, com o ganho adicional de comparar rotinas de decisão entre setores. Boa porta de entrada para quem quer conhecer antes de levar para dentro.
Módulos aprofundados para as equipes, ou apoio à incorporação dos princípios na rotina da área. Nunca é pré-requisito, e nunca é vendido no mesmo pacote.
Trabalha a parte da liderança que define a qualidade das decisões da equipe: o que você pede, como devolve o trabalho e se a equipe pode discordar de você. Motivação e gestão de conflitos ficam fora do dia.
Só quando vem sem exigência. No workshop as duas andam juntas, porque o trabalho que não se sustenta volta para ser refeito, com uma pergunta e sem punição para quem o trouxe. A pesquisa de Amy Edmondson, professora de Harvard, associa essa combinação ao aprendizado das equipes.
Não, complementa. Ter o dado certo, ou a resposta pronta da ferramenta, é uma condição; transformá-lo em decisão é outra competência, justamente a que quase ninguém treinou. É na passagem do dado à decisão que a maior parte desse investimento se perde.
O workshop foi desenhado para prevenir isso, com a triagem no fechamento do dia: nem toda decisão merece processo, porque decisão simples se resolve em dez minutos e método aplicado a tudo morre em poucas semanas.
Nunca. Você não repassa conteúdo, não usa jargão e não explica teoria a ninguém. O que muda é como você pede, como avalia o que chega e como vocês discutem. Essas três mudanças, sozinhas, desenvolvem o time.
Sim, para formar um repertório de princípios que você usa a partir da semana seguinte. Por isso o dia é prático e trabalhado sobre os seus casos. Aprofundamento existe para quem quiser depois, sem ser condição de nada.
Funciona particularmente bem. Boa parte das divergências entre áreas é sobre o peso que cada um dá aos mesmos fatos. Ver isso acontecer ao vivo, entre pares, costuma ser o momento mais produtivo do dia.
Depende do formato e do tamanho do grupo. A proposta é dimensionada depois da conversa de diagnóstico, que é gratuita e sem compromisso.
Conte em duas linhas qual decisão da sua área anda travando. A conversa de diagnóstico é gratuita e sem compromisso.